Uma Odisséia em terras Tupiniquins 

Uma breve história:

       
    A arqueologia no Brasil é sim relativamente nova comparada com outras ciências sociais, mas isto não é uma exclusividade nossa, ela surge somente no século XIX na Europa como decorrência de uma prática de colecionadores. No Brasil os primeiros trabalhos acontecem através da vinda de uma “missão” francesa na década de 60 que com isto legou uma escola arqueológica fortemente ligada a história como é comum nos países europeus onde a arqueologia é concebida somente como uma ciência auxiliar. Porém na década de 70 houve outra “missão” arqueológica esta agora patrocinada por norte-americanos que por sua vez deixaram uma escola voltada para antropologia, onde neste caso a arqueologia é vista como uma metodologia apenas. 

        Porém longe destes reducionismos, isto tudo aqui é apenas para dar um panorama sobre a questão de escolher um curso de graduação como base para se tornar arqueólogo ou arqueóloga no Brasil, pois não é correto afirmar que o melhor caminho para uma formação em arqueologia passe necessariamente pela história, pois enquanto estudo do homem a antropologia se destaca, e vice-versa. Por outro lado uma formação completa precisa muito além de ambas as disciplinas, uma grade curricular que proporcione ao arqueólogo ou arqueóloga uma formação tanto teórica quanto prática (o que nesta área é muito importante). Assim atualmente a (re) criação no país de cursos de graduação voltados para a formação de profissionais que trabalham com a cultura material é extremamente louvável, além de necessário, pois o Brasil vem sofrendo uma perda diária de patrimônio arqueológico, e como vc deve imaginar este não é um recurso renovável.


Tipos de sítios arqueológicos no Brasil:

Grupos Caçadores-coletores

Grupos Ceramistas

Sítios Históricos